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Cartões Benefícios

O que inclui o Programa Cartões Benefícios ao trabalhador?

 

O objetivo do programa é melhorar as condições nutricionais do trabalhador brasileiro de baixa renda, tornando-o mais resistente à fadiga e menos suscetível a ser acometido por doenças. Veja alguns dos motivos para contratar:

Vale-alimentação e Vale Refeição: vários Benefícios são oferecidos pelas empresas aos seus funcionários, apesar de parecerem gastos para os leigos, são excelentes investimento. Dois desses benefícios em particular são bem discutidos: o vale-refeição e o vale-alimentação. Apesar dos nomes parecidos, eles não são idênticos e cada um tem suas particularidades. Nenhum dos dois benefícios é garantido por lei, mas é muito provável que toda empresa cujos funcionários trabalhem em período integral ofereça pelo menos uma dessas vantagens. A questão que resta é: qual deles deve ser escolhido

 

Quais as vantagens do vale-alimentação?

Quando se fala em “alimentação”, estamos nos referindo a alimentos ainda não preparados. É o caso das “compras de mês” em supermercados e pequenos gastos em padarias, por exemplo. As empresas ofereciam cestas básicas aos seus funcionários como forma de suprir parte de suas necessidades, mas, como o processo de entrega tende a ser cansativo e falho, elas foram trocadas pelos cartões eletrônicos — os vales. Pode parecer irrelevante oferecer o vale ou um valor equivalente no salário, mas, na verdade, há uma grande diferença. A compra corporativa dos vales gera um custo menor do que o valor recebido.

Por exemplo, se uma empresa compra um pacote de vale-alimentação em que cada cartão recebe R$100,00 de crédito, o custo para a empresa por cartão será menor do que estes R$100,00. Assim, todos saem ganhando. 
 

Quais são os benefícios do vale-refeição?

A “refeição” é exatamente o que o nome diz: uma ida a um restaurante ou lanchonete. Diferentemente do modelo para alimentação, esse vale é mais restrito, sendo seu objetivo apenas auxiliar funcionários que não possam levar sua comida de casa. O surgimento do vale-refeição foi também para solucionar um problema muito comum antigamente. As empresas criavam refeitórios próprios para alimentar suas equipes durante o expediente. Porém, como o custo de criação e manutenção desses locais era muito alto, eles foram trocados pelas cestas, depois por tickets de refeição, que mais tarde se tornaram os cartões utilizados hoje.  Assim como o vale-alimentação, este também representa um custo menor para a empresa do que o valor bruto. Porém, ele consegue ser ainda mais relevante para o funcionário. Uma refeição custa em média R$30,00. Com um trabalho de 20 dias por mês, o gasto total pode chegar a R$600,00. Com o vale, o funcionário não terá que arcar com essa quantia com o dinheiro do próprio bolso.

Vale-transporte 
A primeira lei sobre o vale transporte surgiu em 1985 como um benefício facultativo. Dois anos depois, tornou-se uma obrigação legal. O VT garante que o funcionário receba antecipadamente do empregador o valor destinado ao transporte da sua residência para o trabalho e vice-versa, de acordo com as regras definidas pelo Ministério do Trabalho. Por não ser de natureza salarial, não é considerado parte da remuneração do funcionário e não pode ser incluído no cálculo para a Previdência Social ou para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

 

Os benefícios são considerados como um recurso importante para a atração e retenção de profissionais, que se sentem mais valorizados e estimulados a inovar e a colaborar para o crescimento da empresa.
 

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